AS CONTRIBUIÇÕES DA NOVA GEOGRAFIA CULTURAL NA ATIVIDADE TURÍSTICA

Autores

  • Daniela Sottili Garcia Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
  • Miguel Bahl UFPR

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v5i1.374

Palavras-chave:

Identidade Cultural e Imagem Turística

Resumo

Este artigo foi desenvolvido tendo como foco de estudo a contribuição da “Nova Geografia Cultural” para a atividade turística, trazendo como exemplo o desenvolvimento do setor de Turismo na cidade de Campo Grande (Mato Grosso do Sul, Brasil) e a análise de como este setor tem utilizado a cultura local como marca urbana. Utilizou-se como metodologia um levantamento bibliográfico sobre a vertente da “Nova Geografia Cultural” e da atividade turística, e posteriormente a análise de situação da mesma nesta cidade. Apontam-se como resultados que esta vertente geográfica iniciada no mundo por volta de 1960 e no Brasil em 1970, tem contribuído, sobremaneira, para diversos campos de estudo, como é o caso específico do turismo, principalmente por inserir em seus estudos o homem como agente principal, passando a considerá-lo como primordial e parte integrante do processo de desenvolvimento dos espaços.

 

Palavras–Chave: Nova Geografia Cultural. Turismo e Cultura.

Biografia do Autor

Daniela Sottili Garcia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Bacharel em Turismo (UCDB), Especialista em Gestão de Turismo, Hotelaria e Eventos, Mestre em Geografia (UFMS), Doutoranda em Geografia (UFPR). Professora Efetiva do Curso de Turismo da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Bolsista FUNDECT.

Miguel Bahl, UFPR

Bacharel em Turismo, Licenciado em Estudos Sociais e em Geografia (UFPR), Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação (USP). Professor classe titular do Curso de Graduação em Turismo e no Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Geografia (UFPR). E-mail: migbahl@ufpr.br

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Publicado

2011-05-26

Edição

Seção

Artigos